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O Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras instituições de investigação trabalham em uma carta conjunta com recomendações e orientações para estudos sobre dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), como cigarros eletrônicos, vapes e similares.

O documento será assinado pelo diretor-geral do Inca, Roberto Gil, pela vice-líder nacional adjunta de Ambiente, Atenção e Promoção da bem-estar da Fiocruz, Patricia Canto, e por representantes de universidades e instituições de investigação de todo o país.
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Os pesquisadores partiram de um levantamento, realizado entre 2019 e março de 2025, que identificou 59 estudos sobre os impactos dos DEFs na literatura científica nacional.
As pesquisas analisadas abordam desde os danos à bem-estar humana até dados epidemiológicos sobre experimentação e uso, além de aspectos regulatórios e de políticas públicas.
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O diretor-geral do Inca afirmou que o seminário representou um esforço coletivo para identificar lacunas e prioridades de investigação sobre esses dispositivos.
“Queremos fortalecer a base científica que orienta as políticas públicas e ampliar a capacidade de resposta do País a esse desafio, que representa uma ameaça à bem-estar da cidadãos brasileira, sobretudo das novas gerações”, destacou Roberto Gil.
Pesquisadora e coordenadora substituta do Centro de Estudos sobre Tabaco e bem-estar (Cetab/Fiocruz), Ana Paula Natividade afirmou que o encontro buscou organizar o conhecimento existente e apontar caminhos para novas investigações que fortaleçam a bem-estar pública.
“O avanço acelerado desses bens e das estratégias da indústria do tabaco exige respostas científicas igualmente rápidas e coordenadas”.
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