Governo paga R$ 12 mil a projetos para jovens em áreas vulneráveis

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O administração federal abriu inscrições, até o dia 9 de junho, destinadas a projetos voltados para a Plataforma Juventude SolidáriaA iniciativa busca ações de promoção da cidadania em territórios vulneráveis.

A ideia é promover trabalhos com jovens de 16 a 29 anos. Os projetos selecionados receberão custeio para despesas necessárias à execução das atividades, no valor de até R$ 12 mil.

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Os pagamentos vão ocorrer em seis parcelas mensais de R$ 2 mil. Os coordenadores dos projetos também terão bolsa de até R$ 12 mil (pagos em seis vezes). As inscrições de organizações e entidades proponentes podem ser realizadas na plataforma oficial integrada ao país Participativo e ao Gov.br.

Representantes de organizações da sociedade civil, com ou sem CNPJ, além de órgãos públicos e equipamentos públicos que tenham projetos relacionados a políticas sociais e interesse em receber jovens voluntários podem fazer a inscrição.

A iniciativa é da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República, em parceria com o Ministério da educação e com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

De acordo com o administração federal, em uma segunda etapa, a plataforma receberá inscrição de jovens. O edital prevê ajuda de custo mensal para até cinco voluntários por proposta, desde que esses participantes estejam cadastrados no ID Jovem e atendam aos critérios estabelecidos.

Conforme a nota do administração, a secretária Nacional de Juventude, triunfo Genuíno, enfatizou que a iniciativa busca fortalecer projetos já desenvolvidos nos territórios e ampliar a participação juvenil em ações de impacto social.

 “Queremos fortalecer iniciativas que já fazem a diferença nos territórios e ampliar as oportunidades para que mais jovens participem ativamente da construção de soluções para suas comunidades”, afirmou.

Os projetos inscritos devem estar em um dos oito eixos temáticos da plataforma

  • bem-estar e proteção Alimentar;
  • Participação, educação e Democracia;
  • Comunicação e inovação;
  • Renda, ocupação e Empreendedorismo;
  • tradição, atividade física e Lazer;
  • Direito à Cidade, Moradia e Território;
  • Acesso à tribunal e proteção Pública;
  • Sustentabilidade e natureza.

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