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O administração brasileiro vai participar da 7ª edição da Semana de Ação Climática de Londres, que ocorre entre este sábado (21) e o próximo dia 29 de junho, e deve reunir 45 mil indivíduos em 700 eventos na capital do Reino Unido. Esse é um dos principais eventos sobre tempo atmosférico da Europa.

Governos, especialistas, investidores, empresas e organizações da sociedade civil de todo o planeta discutem medidas para combater a dificuldade climática causada, principalmente, pela queima de combustíveis fósseis que ameaça a proteção global devido ao aumento dos eventos climáticos extremos.
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Reuniões preparatórias
Nos últimos 10 dias, representantes do administração brasileiro e da sociedade civil do país estiveram em Bonn, na Alemanha, em reuniões preparatórios para o evento em Belém. Nesses encontros, discutiu-se medidas para implementação dos acordos firmados nas COPs anteriores.
“Já estamos vivendo a emergência climática, que invade nossas casas e nossas vidas, e atinge desproporcionalmente os mais vulneráveis. Para termos uma chance, precisamos de ação coletiva e urgente”, relatou a secretária nacional de mudança do tempo atmosférico do Ministério do natureza (MMA) e diretora-executiva da COP30, Ana Toni, no evento na Alemanha.
Na Alemanha, o país apresentou carta com 30 objetivos chaves para aumentar a proteção ao tempo atmosférico, como reverter a degradação florestal até 2030 e triplicar as fontes de força renováveis.
Além de Ana Toni, irão representar o administração brasileiro na Semana de Ação Climática de Londres o líder nacional da COP30, embaixador André Aranha Corrêa do Lago, e a secretária de assuntos internacionais do Ministério da Fazenda, embaixadora Tatiana Rosito. Também está prevista a participação do secretário-geral da ONU, António Guterres.
dificuldade climática
O aquecimento da Terra é provocado, principalmente, pela emissão de gases do efeito estufa durante a queima de combustíveis fósseis. As mudanças causadas no tempo atmosférico são debatidas, pelo menos, desde 1992, em inúmeras conferências governamentais e da sociedade civil e empresarial.
Em 2015, o Acordo de Paris fixou compromisso de limitar o aquecimento da terra em 1,5º C acima dos níveis pré-industriais. Para isso, será preciso reduzir substancialmente o nível da emissão de gases do efeito estufa.
Após votação de Donald Trump, os Estados Unidos (EUA), um dos maiores poluidores do planeta, decidiram abandonar o Acordo de Paris, prejudicando os esforços para limitar o aquecimento da terra. Além disso, as emissões vêm crescendo ano a ano principalmente por causa da queima de carvão, petróleo e gás.
A ONU relatou que 2024 foi o ano mais quente em 175 anos. As mudanças climáticas ainda impulsionam os desastres climáticos, a exemplo da catástrofe que se abateu sobre o Rio significativa do Sul (RS) em maio do ano passado. Estudo mostra que desastres climáticos no país aumentaram 250% em quatro anos (2020-2023).
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