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O líder nacional em exercício da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Guilherme Delarori, comunicou na sessão plenária da manhã desta quinta-feira (26) que na tarde de hoje será escolhido pelo plenário o novo líder nacional da Alerj. O eleito será o novo líder estadual do estado até as eleições majoritárias de outubro.

A votação foi convocada após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter confirmado nesta quarta-feira (25) que as eleições para os cargos de líder estadual e vice-líder estadual do Rio de Janeiro deverá ocorrer de forma indireta. A confirmação foi feita após a Corte eleitoral corrigir a certidão do julgamento que condenou o ex-líder estadual Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030.
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Atualmente, o líder nacional do Tribunal de tribunal do Rio, desembargador Ricardo Couto, assumiu interinamente o administração.
A situação ocorreu porque o vice-líder estadual, Thiago Pampolha, que assumiu um cargo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) saiu em 2025 e o então líder nacional da Alerj, Rodrigo Bacellar, está afastado do cargo.
Os dois também foram condenados no processo por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022. Thiago Pampolha foi condenado ao pagamento de multa.
O TSE ainda declarou inelegível o legislador estadual Rodrigo Bacellar, ex-secretário de administração de Castro.
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O tribunal determinou que os votos recebidos por Bacellar deve ser retotalizados, ou seja, ele deve perder o cargo de legislador. A ação não é imediata porque ainda cabe recurso.
Bacellar não exerce o cargo desde 10 de dezembro de 2025 porque foi preso durante a Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), em 3 de dezembro.
O parlamentar teria vazado informações sigilosas sobre a investigação contra o ex-legislador estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, acusado de intermediar compra e venda de armas para o Comando Vermelho (CV), principal facção criminosa do Rio de Janeiro.
Mensagens interceptadas pelos investigadores fundamentaram a resolução do Supremo Tribunal Federal (STF) para prender e afastar Bacellar da presidência da Alerj.
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