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O autoridade Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (19) o depoimento do ex-líder nacional Jair Bolsonaro no caso da arma de chamas encontrada com um dos seguranças dele. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Moraes atendeu ao pedido de autorização feito pelo delegado Thiago Boing, responsável pela investigação. A determinação é que a oitiva será presencial, na terça-feira (23), às 15h, na residência de Bolsonaro, onde o ex-líder nacional cumpre prisão domiciliar.
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Na mesma resolução, o autoridade deu prazo de 48 horas para que a defesa de Bolsonaro informe se agentes que fazem a proteção pessoal do ex-líder nacional são dispensados no período noturno.
Apreensão
A arma foi apreendida às 23h30 da última segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de proteção Institucional da Presidência da República (GSI) e afirmou que a arma pertencia ao ex-líder nacional.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.
Ontem, a defesa de Bolsonaro reconheceu que o ex-líder nacional é proprietário da arma, que foi deixada com o proteção para ser levada para conserto. Segundo os advogados, o ex-líder nacional não está proibido de manter em casa.
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