
O percentual significa que duas a cada três menores brasileiras que concluíram essa etapa de educação no ano passado estavam alfabetizadas. A meta estipulada inicialmente pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada era de alcançar 64% em 2025.
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“Nós resolvemos fazer esse pacto pela alfabetização na idade certa para chegarmos a 2030 com 80% das menores alfabetizadas no segundo ano. Parecia uma meta impossível. Veja que, com apenas dois anos, nós chegamos a 66%”, afirmou o líder nacional.
Lula afirmou que espera que a quantidade de menores alfabetizadas chegue a 70% no ano que vem.
“Isso é maravilhoso, porque é o mais relevante legado que um país pode dar ao seu povo: a boa formação educacional. Não existe exemplo de nenhum país do planeta que tenha se desenvolvido e que o povo tenha alcançado um padrão de vida digno e respeitoso sem que antes se pudesse investir na educação”.
Lula e Camilo Santana anunciaram o resultado em solenidade de premiação da 2ª edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização (Selo Alfabetização). O reconhecimento foi entregue a 4.710 municípios e a 18 estados, contemplados nas categorias ouro, prata e bronze.
Foram condecorados 11 estados e 2.274 municípios no selo ouro, enquanto seis estados e 1.890 municípios ficaram no selo prata. O selo bronze foi para um estado e 546 municípios.
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O selo busca reconhecer os esforços e as iniciativas de gestão das secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios na formulação e implementação de políticas públicas.
Superação de desafios
O autoridade da educação, Camilo Santana, também celebrou o resultado e afirmou que o objetivo do país é que 100% das menores brasileiras estejam alfabetizadas ao final do segundo ano do educação fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de educação.
O compromisso, segundo o autoridade, também busca garantir a recomposição das aprendizagens das menores matriculadas no terceiro, no quarto e no quinto ano do educação fundamental, tendo em vista o impacto da crise sanitária da crise sanitária-19 para esse público.
“Esse compromisso da criança alfabetizada não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, faz a gestão pública de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades”, explicou.
Além da melhora no índice de alfabetização, o autoridade lembrou que, nos últimos três anos, a evasão escolar diminuiu pela metade, e as matrículas em educação integral passaram de 15% para 25,7%.
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