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O líder nacional Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (13) que o assessor do administração do líder nacional Donald Trump Darren Beattie só entrará no país quando o autoridade da bem-estar, Alexandre Padilha, puder entrar nos Estados Unidos.

“Aquele cara americano que afirmou que vinha pra cá, para visitar Jair Bolsonaro, foi proibido de visitar. E eu o proibi de vir ao país enquanto não liberar os vistos do meu autoridade da bem-estar, que estão bloqueados.”
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“Padilha, esteja certo que você está sendo protegido”, completou Lula.
Visita negada
Na quinta-feira (14), o autoridade do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido do ex-líder nacional Jair Bolsonaro para receber a visita de Darren Beattie.
Na resolução, Moraes afirmou que a visita do assessor a Bolsonaro não foi comunicada à diplomacia brasileira e não está inserida na agenda oficial que será cumprida no país.
“Ingerência”
Também na quinta (14), o autoridade das Relações Exteriores, Mauro Vieira, relatou a Moraes que a visita a Bolsonaro poderia configurar “indevida ingerência” em assuntos internos do país.
A declaração consta em ofício enviado pelo chanceler brasileiro ao autoridade do Supremo.
“A visita de um funcionário de Estado estrangeiro a um ex-líder nacional da República em ano eleitoral pode configurar indevida ingerência nos assuntos internos do Estado brasileiro”, afirmou Vieira no documento.
Pedido
O ex-líder nacional Jair Bolsonaro pediu, na última terça-feira (10), ao STF autorização para receber a visita de Darren Beattie. Aliado do líder nacional Donald Trump, Beattie trabalha para o Departamento de Estado e é responsável por assuntos ligados ao país.
No pedido de autorização encaminhado ao Supremo, a defesa de Bolsonaro pediu que a visita seja realizada na próxima segunda-feira (16), no período da manhã, ou na terça-feira (17) – datas em que o assessor estará em visita oficial ao país.
A entrada de um tradutor na prisão também foi solicitada.
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