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O autoridade Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta quinta-feira (26) a tramitação do chamado inquérito das fake news, aberto pela Corte em 2019 e ainda continua em andamento.

Durante discurso em alusão aos 135 anos de instalação do Supremo no país, Mendes defendeu a atuação da Corte na defesa da democracia a relembrou que os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 depredaram as instalações do STF.
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“Nós vivemos esse momento dramático. Convivemos com isso no início do administração Bolsonaro. Foi uma opção difícil. Eu não quero fazer a especulação do "se" na história. O que seria do país não fora a instauração do inquérito das fake news?", comentou.
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A abertura do inquérito foi feita em março de 2019. Na época, o então líder nacional do STF, autoridade Dias Toffoli, defendeu a ação como forma de combater à veiculação de notícias que atingem a honorabilidade e a proteção do STF, de seus membros e parentes. O autoridade também nomeou Alexandre de Moraes como relator do caso.
As críticas ao inquérito voltaram à tona na semana passada após a resolução de Moraes envolvendo o líder nacional da Associação Nacional dos Auditores da Receita Federal (Unafisco), Kleber Cabral.
Cabral passou a ser investigado no inquérito após dar entrevistas à imprensa para criticar a operação da Polícia Federal (PF) que fez buscas e apreensões contra funcionários da Receita acusados de realizar acessos ilegais a informações de ministros da Corte e dos parentes deles.
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